Mais, melhor e com menos…
Mais, melhor e com menos…
É frequente ouvir-se falar da resistência à mudança. Para superar este obstáculo, é necessário envolver as pessoas na mudança, vender-lhes a ideia, porque se elas não assumirem a necessidade de mudarem, aí sim resistem e os investimentos não produzem o retorno desejado, sendo ainda fundamental garantir que as pessoas desenvolvem a capacidade de saber fazer e não se devendo focalizar a preocupação na simples transmissão do conhecimento.
Ao mesmo tempo que, o debate sobre se nascemos ou nos tornamos empreendedores, continua a ocupar e a alimentar páginas de artigos e de teses e muitas conversas e conferências, há espaço para discutir assuntos que me parecem ser mais decisivos no sucesso do empreendedorismo.
Um povo de um planeta distante, que insistia em viver num ritmo acelerado. A falta de tempo era crescente, mesmo reduzindo o seu tempo de descanso, com todas as implicações que isso pudesse vir a ter na sua saúde física e mental, continuavam a não ter tempo para si e para o que era mais importante para eles, dado o ritmo frenético que iam impondo à forma como viviam as suas vidas, sem muitas vezes, terem real consciência disso. Andavam sempre a correr e só paravam quando a vida lhes pregava uma partida e aí, afinal passavam a ter todo o tempo do mundo. Passavam dias, meses e anos sem falar ou estar com familiares e amigos de quem de facto gostavam, sob pretexto que estavam tão ocupados nesse dia, que no dia seguinte certamente o iriam fazer. Trabalhavam quase todos os dias da semana e na maior parte dos dias em que não trabalhavam, estavam a organizar-se para poderem voltar à corrida da semana. Lutava-se muito neste planeta pelo ter, pelo poder e muito pouco pelo ser, tanto que estavam convencidos que nada seria capaz de lhes abalar a base das necessidades da pirâmide de Maslow (fisiologia e a segurança). Até que um dia, vindo não sabem bem de onde, apareceu uma criatura invisível, que fez com que o planeta parasse, começaram a ficar doentes, perderam-se muitas vidas e aí começaram a ter que reflectir sobre o que de facto é o mais importante e se as necessidades do topo da pirâmide, por si só, justificam os seus comportamentos.
A abolição dos regimes de ditatoriais, implicou como era desejado que os direitos humanos, incluindo os laborais, passassem a ser uma realidade, não obstante, os desrespeitos que ainda hoje se observam um pouco por todo mundo. Desde então, a gestão de pessoas e as relações laborais assumiram não só uma importância crescente, como aumentou significativamente a sua complexidade.
Oriunda no contexto organizacional actual relacionado com a globalização, no qual assuntos como liderança, gestão do desempenho, criatividade, inovação, produtividade e crescimento são temas fulcrais, a gestão de talentos é um dos maiores desafios actuais da gestão de pessoas.
O que parece ser uma simples constatação, tem a capacidade de resumir importantes alterações verificadas nas últimas décadas na relação laboral, com impactos no equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, no estilo de gestão e liderança, etc.
Confúcio, célebre pensador e filósofo chinês, proferiu a seguinte afirmação: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”, mas será que é mesmo assim e sendo, será que o é quando se tem que trabalhar com quem não se gosta? Dedicamos diariamente mais de um terço do nosso dia a trabalhar e a deslocar-nos do e para o local de trabalho, pelo que ainda que não precise de ser o local onde fazemos e temos amigos, é certamente importante que consigamos manter uma relação “saudável” com os nossos colegas, independentemente de se tratar de pares, superiores hierárquicos ou subordinados. Qualquer um de nós, no nosso percurso profissional e ou académico, já tivemos de trabalhar com alguém com quem não tínhamos empatia, ou que por quem não nos sentíamos respeitados ou valorizados. De seguida, apresento algumas estratégias que podem aplicar, quando estiverem perante uma situação destas. As estratégias ainda que numeradas, não seguem qualquer ordem lógica.
Nas últimas décadas, a evolução das tecnologias da informação (TI’s) e a facilidade de acesso generalizado aos canais digitais, tem sido tal, que se verificou uma alteração radical nos processos de vendas em ambos os segmentos (B2C e B2B), com os compradores a estarem permanentemente conectados e com mais informação sobre o que pretendem comprar, do que nunca. Esta mudança de paradigma tem criado um conjunto de desafios para vendedores e também para compradores.
Muitas empresas estão convencidas de que, quanto mais correctas se tornarem ambientalmente, mais afectada será a sua competitividade, pelo aumento provocado nos custos, sem contrapartidas financeiras imediatas.